quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Terra abençoada .A minha Iperó SP

Quem não estiver contente com a cidade, é só ir embora : Direito de ir e vir. Iperó não é uma porcaria de cidade e recebe muito bem as famílias, muitas aqui ganham o seu sustento e levam uma vida decente. Iperó tem uma História de lutas e por aqui muitas pessoas já passaram. No Livro Cidade de Iperó, de Hugo Augusto Rodrigues Jornalista, há relatos, pesquisas documentadas e conclusões de quem por aqui passou na Iperó antiga de Indígenas, Sitiantes, Tropeiros, Bandeirantes e até Ciganos muitas vezes estavam acampados na cidade . Família Domingues, Rita Mota, Porfírio de Almeida, os Guazzelli com forte comércio em Bacaetava, onde até as Indústrias Matarazzo compravam. No comércio os Eid , Paula Leite, Alfredo Sartorelli ,na antiga estrada para Boituva e segundo informação foi o doador das terras para a construção do Centro de Paraquedismo em Boituva. A vida já existia enquanto Santo Antonio, depois Sorocabana e antigo recenceamento com povo em Santo Antonio Velho antes de 1900. Se for levar à fundo mesmo há pessoas na História de todas as origens : Alemães ,Espanhóis, Sírios ,Portugueses e se não me engano poloneses e por aí vai . Então nasci na Rua Porfírio de Almeida, sou devota de Santa Rita, pois Rita Motta está ligada à Ferrovia, admiro e respeito todos que fizeram Iperó ser o que é que hoje. Fruto de muito trabalho e políticos comprometidos com o povo da cidade. Que as sérias pesquisas sejam respeitadas, também baseadas nas do Professor de História Sandro Canatelli e que os sobrenomes das famílias que contribuíram para a formação dessa Iperó que hoje conhecemos, não sejam varridas para debaixo do tapete .E me desculpem as que não foram lembradas no momento. É preciso conhecimento, pesquisa e sobretudo respeito para com todos . Apenas uma opinião .

terça-feira, 28 de outubro de 2025

Rio de lágrimas

Triste desabafo . Em silêncio as pessoas sofrem, mas isso parece não sensibilizar quem poderia tomar alguma medida para acabar com esse pesadelo . Todos vivemos reféns num Brasil verde -amarelo tingido de sangue de inocentes, que trabalham, ,ganham a vida honestamente, sem o direito de ir e vir, como reza a Constituição. É preciso dar um basta nisso . Paz não está só no Dicionário. Precisamos dela no dia a dia, onde vamos conquistar pelo trabalho ,o pão nosso de cada dia ,para o nosso sustento . É preciso que as autoridades saiam da dormência e do comodismo e tomem alguma atitude .Que Deus os desperte para que o sofrimento tenha fim e que todos possamos viver em paz. Nossa sociedade está doente e sofrendo .Quem tem nas mãos possibilidade de mudar essa realidade, o faça com urgência , pois ninguém aguenta mais .

terça-feira, 21 de outubro de 2025

Mundo sustentável -Ainda dá tempo .

Tem que procurar mudas de flores mais antigas, plantadas em sítios, chácaras e casas antigas da cidade.Assim como sapos e vaga-lumes tudo está ficando no passado . Esses dias encontrei vários pés de dálias, plantas lindas e antigas que estão desaparecendo faz tempo. Em Iperó os Verzinhasse(família) tinham plantação de pés de copos de leite, que estou procurando mudas.Enfeitavam a Paróquia Sto Antônio,isso em IperóSP. A flor Beijo nada de semente de balãozinnho que estourava nas nossas mãos. Na casa da minha avó se plantava um tipo de melão bem diferente e muito doce que nunca mais vi.Enfim, bora procurar Sementes Crioulas (não geneticamente modificadas) para resguardar as memórias de nossas flores e outros vegetais. Algumas prefeituras, que não pensam só em festa, já criaram Banco de sementes, para resguardar e multiplicar o que ainda resta de puro e bom para o meio ambiente e nossa saúde. Ainda em tempo de criar reservas verdes nas cidades, para melhoria do clima e também fazer balanço de todos os recursos hídricos, mante-los limpos de plantas que roubam oxigênio de toda vida ali existente. Nada de chorar leite derramado, pois muita coisa pode ser pensada e planejada para o futuro e dias atuais, que já está assustando a todos.

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

Estudei no Estadão .Orgulho ! Grata aos meus pais .

A HISTÓRIA DO ENSINO DE QUALIDADE EM SOROCABA PASSA PELO “ESTADÃO” O nome é Escola Estadual “Dr. Júlio Prestes de Albuquerque”, mas é conhecido como “Ginásio do Estado” ou apenas “Estadão”, bem ao gosto do jeito simples e afetivo do sorocabano denominar as coisas por uma palavra no aumentativo. Esse tratamento de “Estadão” chegou a causar estranheza no princípio. Afinal, tratava-se do nosso primeiro ginásio público e, mais tarde, o primeiro colégio mantido pelo governo do estado em Sorocaba e que chegava com nova metodologia de ensino, com muito rigor e disciplina. Parecia falta de cerimônia e de respeito... Mesmo assim, o termo “Estadão” ficou, ocupando hoje espaço carinhoso na memória da cidade. Grandão no tamanho, na história do ensino, na excelência dos mestres e na qualidade de tantos alunos que lá iniciaram seus estudos e fizeram sucesso na vida. Até hoje impressiona a visão dos antigos ladrilhos hidráulicos de seus longos corredores, bem como o estilo art-déco da fachada, com seus volumes decorativos que romperam o jeito eclético e pesado dos prédios públicos, transitando para a modernidade. É um patrimônio construtivo, educacional e cultural da cidade, ainda que não tombado oficialmente. O “Estadão” nasceu em 1928, como Ginásio Municipal de Sorocaba, a partir de uma iniciativa de lideranças da cidade. Só no ano seguinte, o prefeito (intendente) João Machado de Araújo (também seu primeiro diretor) criou o “Gimnásyo Municipal” e a anexa Escola Normal Livre Municipal. Esse “Normal” era o curso complementar de formação de professores primários (depois Magistério), que ainda não tínhamos. “Livre” significava que era de iniciativa privada. Naquela época, quem queria ser professor tinha que estudar fora, especialmente na Escola Peixoto Gomide, de Itapetininga, cidade que, por ter mais força política, havia conquistado escola estadual com Curso Normal já em 1895, mais de trinta anos antes de Sorocaba. O ENSINO E A POLÍTICA A nossa primeira escola pública com Normal “anexo”, que deu origem ao Estadão, teve dificuldade para encontrar um local adequado. Foi a Loja Maçônica Perseverança III, de longa tradição no apoio ao ensino, que ofereceu espaço no histórico prédio da Casa da Câmara e Cadeia, na esquina das ruas Barão de Rio Branco e XV de Novembro, construção que vinha dos primórdios de Sorocaba. Foi ali que o Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar foi proclamado Presidente da Província de São Paulo, na Revolução Liberal de 1842. Sorocaba já contava, desde 1910, com o moderno prédio do Grupo Escolar Antônio Padilha, na rua Cesário Motta, construído pelo governo do Estado, dentro do espírito positivista da Primeira República. Mas não tinha uma sede ampla para acolher os alunos do curso ginasial, quando a cidade conseguia novo “status” educacional. Por falta de uma escola desse nível, muitas famílias chegaram a deixar a cidade em busca do melhor ensino para seus filhos. Em 1930, a Câmara (não havia Prefeitura) iniciou a construção do prédio próprio da escola municipal no “Jardim dos Bichos”, atual praça Frei Baraúna. Mas justamente nesse ano aconteceu a Revolução que impediu que o Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, de Itapetininga, então presidente da Província de São Paulo, assumisse a presidência da República, eleito que foi naquele ano. E o ditador Getúlio Vargas assumiu o poder. Os interesses políticos prejudicaram muito Sorocaba quanto à conquista de obras públicas. Havia na época grande disputa entre os “vergueiristas” (do senador Luís Pereira de Campos Vergueiro) e os “não vergueiristas” (liderados por José Machado Araújo, com apoio de Júlio Prestes de Albuquerque). Ambos os grupos pertenciam à mesma sigla política dividida, o PRP – Partido Republicano Paulista. Havia disputa para ver quem conseguia junto ao Estado trazer para Sorocaba um ginásio, um colégio e uma escola profissional - o futuro Colégio Técnico Cel. Fernando Prestes, que leva o nome do pai de Júlio Prestes de Albuquerque (hoje a ETEC Rubens de Faria e Souza, que foi professor do Estadão), na av. Comendador Pereira Inácio). O Colégio Técnico serviu de base para a criação do Curso Ferroviário, em 1931. Com a ideia da criação do Ginásio Estadual encaminhada, as obras do prédio da escola municipal secundária, no Jardim dos Bichos, foi deixada de lado. Mais tarde, as estruturas iniciais da construção serviram de suporte para o prédio do Fórum, que substituiu o segundo prédio da Câmara e Cadeia, demolido em 1937 para receber as obras do atual Correio, na rua São Bento. As obras do Fórum Velho iniciadas só foram entregues em 1946. Mas as lideranças locais, que já haviam criado o Ginásio Municipal, não esperaram a política. Em 1932 lançaram a “campanha do tijolo” para a construção do prédio próprio, em terreno doado por Alberto Trujillo, na avenida Eugênio Salerno, atual endereço da escola. O projeto da obra foi do saudoso engenheiro Júlio Bierrenbach Lima (que deu nome à escola em Santa Rosália), professor de Matemática do Estadão, pai de Júlio de Sá Bierrenbach (falecido em 2015, aos 96 anos), que também ali estudou e depois chegou a almirante de esquadra e ministro do Superior Tribunal Militar (STM). Somente em 1934 é que o governo do Estado finalmente transformou a Ginásio Municipal em Ginásio Estadual, mantendo anexo o Curso Normal. Foi quando a escola, pelo seu tamanho e origem, começou a ser chamada de “Estadão”. Em 1944, por ação do Padre Armando Guerrazzi, o Ginásio transformou-se na primeira escola pública de nível médio de Sorocaba, passando a ter, além do ginasial, também os cursos Colegial (antigo Científico), Magistério e Clássico. Armando Guerrazzi foi escritor e professor de Português do Estadão até 1945, tendo falecido em 1947. No ano seguinte, em sua homenagem, foi criado o GEPAP – Grêmio Estudantil Padre Armando Guerrazzi, de marcante atuação na escola. Em 1946, o Colégio Estadual recebia o nome de “Dr. Júlio Prestes de Albuquerque”, cuja fotografia como patrono foi entronizada em 1948, no Salão Nobre. No processo de transferência para o governo estadual, a antiga Escola Normal anexa separou-se do Ginásio do Estado e veio a dar origem à atual Escola Municipal Dr. Getúlio Vargas, também na avenida Eugênio Salerno. E assim dois ferrenhos adversários políticos (Getúlio Vargas e Júlio Prestes de Albuquerque) passaram a ser vizinhos no nome das duas escolas amigas. DIRETORES E ALUNOS BRILHANTES Ao longo do tempo, a escola já teve 21 diretores. Entre eles, Achilles de Almeida, de 1930 a 1934 (ele deu nome à tradicional escola municipal); Roberto Paschoalich comandou em três oportunidades, no período entre 1939 e 1948; Roque Ayres de Oliveira, de 1948 a 1962; Helly Grillo Mussi (filha do professor Nestor Grillo) ficou por 20 anos, de 1962 a 1982; Genny Laino entre 1979 e 1983; Dulcina Guimarães Rolim, de 1991 a 1993; e Guaracy Rodrigues Bueno dirigiu o Estadão ao longo de 24 anos – de 1993 a 2017. A atual diretora é a professora Arlete Fernandes Vellozo Dias. A Escola Estadual “Dr. Júlio Prestes de Albuquerque”, que já foi denominada também como Instituto de Educação e Escola de Primeiro e Segundo Graus, refletia um novo momento de Sorocaba, que superava o período do tropeirismo, da atividade econômica rural-comercial e atingia o estágio urbano-fabril, com a consolidação industrial do setor têxtil. O Estadão viu nascerem as belas residências da rua Moreira César e da av. Eugênio Salerno, com seus saudosos flamboyants no canteiro central, nas proximidades do Seminário Diocesano e da Igreja Carlos Borromeu, considerada região da “nova elite sorocabana”. De “elite”, mesmo, era o padrão de ensino, ao alcance também das famílias mais humildes. O sistema pedagógico adotado na Escola do Estado de Sorocaba foi o do Colégio D. Pedro II, do Rio de Janeiro, famoso deste os tempos imperais, primeiro colégio criado para ser referência de ensino no Brasil. Foi protagonista da educação nacional por meio do desenvolvimento científico, artístico e cultural, com um programa de ensino de base clássica e tradição humanística. A instituição do Rio de Janeiro conferia a seus formandos o diploma de Bacharel em Ciências e Letras, o que os habilitava a ingressar no ensino superior sem prestar exames. Por décadas, o programa estabelecido pelo Colégio Pedro II foi referência nacional para outros estabelecimentos de ensino secundário, assim como também foi exemplar a manutenção da disciplina entre o corpo discente. O Estadão tinha este mesmo perfil, inclusive com a adoção do “exame de admissão” (vestibulinho) para avaliar se o aluno tinha de fato condições de acompanhar o nível do ensino praticado. Por isso, seus professores eram muito respeitados e a escola passou a ser considerada um “celeiro de ensino”. “Falou-se em Estadão, acabou-se a discussão” virou refrão de respeitabilidade. Quem fazia ali o curso médio nem precisava de cursinho para entrar na faculdade. Os arquivos da escola, os documentos de registros, os milhares de prontuários (com fichas, boletins e comprovantes do exame de admissão com a média e a foto 3 x 4), os álbuns de fotografias das formaturas, entre outros registros, mostram gerações de professores e alunos que marcaram época. Do Estadão saíram oito prefeitos de Sorocaba: Armando Pannunzio, José Theodoro Mendes, Flávio Chaves, Paulo Mendes, Renato Amary, Vitor Lippi, Antônio Carlos Pannunzio e José Antônio Caldini Crespo. Eles estão lá, nas pastas, ainda meninos nas fotos, com todo o histórico escolar. Nos prontuários estão os atestados de saúde fornecidos pelo Dispensário Regional de Tuberculose, comprovando que o aluno ou professor “acha-se em estado aparente de integridade física e mental, não sofre de doença contagiosa ou repugnante e foi nesta data vacinado contra a varíola”. Na pasta de Theodoro Mendes, por exemplo, consta que ele foi aprovado no exame de admissão com média 8,5, com a anotação: “por enquanto tem mostrado bom comportamento”. Além do ministro do Superior Tribunal Militar Júlio de Sá Bierrenbach, do Estadão também saiu o brigadeiro Querubim Rosa Filho, nascido em Sorocaba em 1926, filho de Querubim Rosa e de Isabel Rolim Rosa, nomeado ministro do Superior Tribunal Militar em 1989 e presidente daquela Corte de 1993 a 1995. Nos registros de frequência dos professores, consta que alguém (como a saudosa professora Laila Gallep Saker, que deu nome à escola) faltou “por motivo de moléstia”, entre outras anotações de famosos mestres que por lá passaram, como Arthur Fonseca (foi deputado federal) e outra Laila - Laila Miguel Saker, falecida recentemente aos 99 anos. Recortes antigos de jornais mostram a trajetória da escola. E muitas fotos de laboratórios, de equipamentos, de sessões solenes no Salão Nobre, atividades esportivas, ampliações do prédio, alunos em salas de aula, com vários modelos de uniformes adotados ao longo do tempo, fanfarra, desfiles memoráveis pelo centro da cidade, atividades esportivas, excursões, palestras. A escola ainda guarda o velho esqueleto usado nas aulas de anatomia, hoje escondido dentro de um saco. Em cada aula, os alunos mudavam a posição da mão dele, para criar suspense. No porão do Estadão ainda restam velhas carteiras, vidros de laboratório e até a “carcaça” da antiga cadeira do gabinete odontológico, novidade que um dia mereceu inauguração oficial. Havia a lenda de que aquela cadeira era usada para “torturas” de alunos... O folclore da escola também é grande. Todo esse material é base para a montagem do Museu do Estadão, projeto que vem sendo articulado, e que contará com a colaboração também de ex-alunos e Amigos do Estadão. Hoje, o Estadão conta com 16 salas de aula, mais 7 salas anexas do Estudo de Línguas Ao todo são perto de 2.600 alunos. (Celso Ribeiro – ex-aluno e ex-professor do Estadão) Abril de 2019. © 2019 Associação Comercial de Sorocaba.

terça-feira, 12 de agosto de 2025

Vou fazer o teste

Tome nota disto de uma vez por todas: as orquídeas não precisam de fertilizantes caros, apenas de açúcar simples! Para reviver uma orquídea danificada ou que não está prosperando, experimente este truque simples que tem mostrado resultados sem decepções. Não é necessário gastar com fertilizantes especiais e caros; use açúcar no lugar. Uma senhora me explicou que, para as orquídeas, o açúcar é como um antibiótico para os humanos. Este método é eficaz para: Planta murcha Plantas danificadas acidentalmente Plantas que não florescem há muito tempo Plantas antigas sem energia Veja como fazer: Prepare uma solução de açúcar, dissolvendo uma colher de chá de açúcar em um litro de água. Mergulhe a orquídea nessa solução, deixando de molho por 8 a 9 horas ou até o dia todo. Após o “banho de açúcar”, mergulhe a orquídea em água parada por uma hora. Coloque a orquídea de volta no seu lugar habitual. Você notará que as folhas ficarão mais cheias e que as flores começarão a surgir. No dia seguinte, a orquídea já estará visivelmente melhor. Este tratamento já devolveu à vida até mesmo orquídeas que pareciam destinadas ao lixo. A violeta da minha irmã até produziu mais botões desde que começamos a usar este método. Não se esqueça de testar este remédio se tiver uma orquídea precisando de ajuda. E, se gostou da ideia de usar açúcar para outras plantas, aqui vão algumas dicas extras: Adicione uma colher de chá de açúcar à água para quase todas as plantas de interior com flores, estimulando-as e carregando-as de energia. Para evitar infestação de lagartas no jardim, espalhe açúcar sobre o solo para criar um ambiente hostil aos parasitas. Adicione açúcar e vinagre na rega para fornecer nutrição extra às plantas e mantê-las frescas por mais tempo. O açúcar também pode ser usado para limpar as mãos sujas e criar uma armadilha eficaz para mosquitos dentro e fora de casa. Basta seguir as instruções e verá os resultados.