E somente hoje ,desculpem a ignorância fiquei sabendo um pouco da vida desse homem muito especial . Em muitos de seus trabalhos usa madeira ,troncos retorcidos ,queimados em assassinos desmatamentos pelo Brasil ,grande parte na Bahia e Amazônia . É seu grito de socorro ,através da arte ,sua maneira de se indignar . Achei suas peças artísticas muito interessantes e bonitas . E a arte acontece , onde a sensibilidade aflora . Aqui também entre nós Chico Santeiro , um artista em Votorantim , homem humilde que usando mãos e muita inspiração esculpe peças maravilhosas ,em madeira . Gosto muito de suas imagens principalmente a de São Francisco de Assis . Falando em São Francisco de Assis ,visitando a casa de amigos ,descobri um outro artista que trabalha em madeira ,sr Fernando Ribera Giron ,um espanhol do Bairro Barcelona ou Bairro Parada do Alto . Expostos numa estante muitos quadros em madeira talhada ,pelas suas mãos .Acredito que seu talento seja pouco conhecido ,mas em minha casas fiz questão de ter um de seus quadros ,que logo publicarei aqui no Blog . Cada um com sua maneira peculiar de se revelar através da arte , nos mostrando riquezas de cores , formas e dando um outro significado a tudo que nos cerca ,o nosso meio ambiente ,pedaços de nosso mundo .
Frans Kracjberg
Escultor, pintor, gravador e
fotógrafo, Frans Krajcberg nasceu em 1921, em Kozienice, na Polônia. Durante a
Segunda Guerra Mundial (1939-1945), perde toda a família em um campo de
concentração. Estudou engenharia e artes na Universidade de Intgrad,
prosseguindo seus estudos na Academia de Belas Artes de Stuttgart, na Alemanha.
Chegou ao Brasil em 1948, vindo a
participar da oitava Bienal de São Paulo, em 1951, com duas pinturas. Residiu
por um breve período no Paraná, isolando-se na floresta para pintar. Nesta mesma
década, morou na região de Itabirito, no interior de Minas Gerais. Em 1956,
muda-se para o Rio de Janeiro, onde divide o ateliê com o escultor Franz
Weissmann (1911 - 2005), naturalizando-se brasileiro no ano seguinte. Nesta
época produziu os seus primeiros trabalhos fruto do contato direto com a
natureza. A partir de 1958, alterna residência entre o Rio de Janeiro, Paris e
Ibiza. Desde 1972, reside em Nova Viçosa, no litoral sul da Bahia, onde chegou a
convite do amigo e arquiteto Zanine Caldas, que o ajudou a construir a
habitação: uma casa, a sete metros do chão. Ampliou o trabalho com escultura,
iniciado em Minas Gerais, utilizando troncos e raízes, sobre os quais realiza
intervenções. Viaja constantemente para a Amazônia e Mato Grosso e fotografa os
desmatamentos e queimadas, revelando imagens dramáticas. Dessas viagens, retorna
com raízes e troncos calcinados, que utiliza em suas esculturas. Na década de
1980, iniciou a série Africana, utilizando raízes, cipós e caules de palmeiras
associados a pigmentos minerais. A pesquisa e utilização de elementos da
natureza, em especial da floresta amazônica, e a defesa do meio ambiente, marcam
toda sua obra. O Instituto Frans Krajcberg, em Curitiba, é inaugurado em 2003,
recebendo a doação de mais de uma centena de obras do artista.
Fonte: Instituto Frans
Kracjberg, Itaú Cultural, Wikimédia.






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